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Bobinsana (Calliandra angustifolia)

R$ 75,00
50g 75 reais

Bobinsana: A Guardiã do Rio na Tradição Amazônica

No vasto e misterioso mundo das plantas etnobotânicas, poucas espécies carregam consigo tanta delicadeza e poder espiritual quanto a bobinsana (Calliandra angustifolia). Com suas flores rosa vibrantes e sua presença graciosa nas margens dos rios amazônicos, essa planta é muito mais do que um belo ornamento da floresta — ela é um espírito de cura, força emocional e conexão profunda com a água e com o coração humano.

História e Tradição Amazônica

A bobinsana é nativa da Bacia Amazônica e amplamente conhecida entre diversos povos indígenas, incluindo os Shipibo-Conibo, Asháninka e outras comunidades do Peru, Brasil e Bolívia. Tradicionalmente, ela é utilizada em práticas xamânicas e é considerada uma planta mestra — ou seja, uma planta com espírito próprio, capaz de ensinar, curar e guiar os que se conectam com ela.

Os povos indígenas utilizam a bobinsana há séculos, geralmente em forma de chá, tintura ou como parte de dietas espirituais (as chamadas dietas de plantas mestres), em que o indivíduo se isola em meio à floresta para consumir a planta e receber seus ensinamentos por meio de sonhos, visões e introspecções.

Bobinsana como Planta Mestra

Diferente de plantas mais conhecidas como a ayahuasca ou o tabaco, a bobinsana não é psicoativa nos moldes clássicos. Seus efeitos são sutis, mas profundos. Ela é associada ao despertar do coração, à cura de traumas emocionais, à empatia e ao fortalecimento do espírito. Muitas pessoas relatam um sentimento de leveza, compaixão e conexão com a natureza após interagir com a planta.

Na medicina tradicional, ela também é conhecida por suas propriedades anti-inflamatórias, analgésicas, tônicas e até afrodisíacas. É comum seu uso para tratar dores articulares, reumatismo e até como suporte no tratamento de doenças respiratórias.

Espírito das Águas

Culturalmente, a bobinsana é vista como um espírito feminino, profundamente ligado aos rios e à energia fluida da água. Algumas tradições chamânicas a consideram uma “mãe guardiã das águas” — um arquétipo feminino que traz limpeza emocional e sabedoria intuitiva. Por isso, ela costuma ser plantada perto de rios, onde floresce exuberante, como uma extensão viva da fluidez emocional e da espiritualidade aquática.

Cultivo e Sustentabilidade

Por ser uma planta nativa da Amazônia, a bobinsana gosta de ambientes úmidos e com bastante luz solar indireta. Seu cultivo fora do ambiente amazônico é possível, mas requer cuidado com a qualidade do solo e da irrigação. Devido ao seu crescente interesse por parte de buscadores espirituais e terapeutas integrativos, é fundamental que o uso da bobinsana seja feito de forma ética e sustentável, com respeito às comunidades tradicionais que preservam seu uso ancestral.

Considerações Finais

A bobinsana é uma planta de sutilezas e silêncios. Ela não grita, não impõe visões, não gera êxtase — ela sussurra ao coração. É uma aliada para aqueles que buscam cura emocional, reconexão com o feminino e sabedoria ancestral da floresta. Em um mundo que corre e consome, a bobinsana nos convida a sentir, pausar e escutar.

Se você busca uma jornada de autoconhecimento com raízes profundas e flores delicadas, talvez seja hora de deixar a bobinsana te guiar pelos rios interiores do seu próprio ser.


Aviso: O uso de plantas medicinais e etnobotânicas deve ser feito com responsabilidade. Sempre consulte especialistas, respeite as tradições locais e evite o uso recreativo ou desinformado. A bobinsana é uma planta poderosa e deve ser tratada com reverência.

Cacto San Pedro – Mudas Vivas – 15cm – 20cm

R$ 100,00
Cacto San Pedro - Mudas Vivas - 15cm - 20cm - R$100,00 Sobre o cacto San Pedro: Estima-se que os cactos de San Pedro (Trichocereus pachanoi) venha sendo usado pelos nativos americanos há muitos séculos em especial pelos índios do Peru, da Venezuela e também pelos Yanomami do Brasil (cujas terras fazem fronteira com a Venezuela). O San Pedro tem um formato de coluna com quatro ou mais gomos e era utilizado em práticas rituais similares à tradição dos índios mexicanos que consumiam o peyote. É uma planta poderosa usada no contexto xamânico para cura, limpeza, transmutação de energia interna, contato com esferas superiores entre outras finalidades. A ingestão gerava, segundo relatos dos homens que ingeriram, contato com os deuses e as visões mágicas proporcionadas pela planta sagrada, produzindo a cura de doenças físicas e psíquicas. O uso do cacto Trichocereus Pachanoi, popularmente conhecido com San Pedro, no panorama americano do uso de plantas enteógenas está ligada à área do mescalinismo. Acreditava-se em fins terapêuticos e adivinhatórios, que eram estudados no contexto geral dentro dos rituais xamânicos. O poder terapêutico de uma planta, nas tradições xamânicas andinas, manifesta a qualidade peculiar da planta, seu “poder” ou “virtude”, e este poder, que é o caso das plantas sagradas e de certas plantas que gozam de especial prestígio mágico e terapêutico, manifesta a presença de um espírito.  

Cacto San Pedro em pedaços “chips” (Matucana) – Peru

R$ 100,00
  R$100,00 - 100 gramas em lascas desidratadas do cacto Nosso comercio tem por finalidade a pesquisa, coleção e amostra etnobotânica. Mesmo sendo usada há milênios para fins ritualísticos e medicinais, esse produto não é um medicamento e não nos responsabilizamos pela ingestão do mesmo. Sobre o cacto San Pedro: Estima-se que os cactos de San Pedro (Trichocereus pachanoi) venha sendo usado pelos nativos americanos há muitos séculos em especial pelos índios do Peru, da Venezuela e também pelos Yanomami do Brasil (cujas terras fazem fronteira com a Venezuela). Também conhecido como "O cactos dos quatro Ventos", o San Pedro tem um formato de coluna com quatro ou mais gomos e era utilizado em práticas rituais similares à tradição dos índios mexicanos que consumiam o peyote. Popularmente conhecido como San Pedro pelos europeus, o Wachuma, ´´ébrio e sóbrio´´, ou Trichocereus Pachanoi é um Cacto rico no alcalóide mescalina, o TMPE (trimetoxipheniletilamina), além de também possuir tiramina, metiltiramina, metoxitiramina, ordenina, analonidina e tricocerene. Usada pelos xamãs andinos para mergulhos visionários, assim como o Cacto Peyote entre os mexicanos, é um receptáculo para todo corpo que está em busca de saberes do espírito, sendo uma porta de entrada para entidades míticas que transitam dos limites sensoriais de espaço-tempo no corpo físico até outros estados de consciência adivinhatórios e contemplativos. Para um uso respeitoso, em jejum sexual e alimentar por parte do guardião e seus viajantes É uma planta poderosa usada no contexto xamânico para cura, limpeza, transmutação de energia interna, contato com esferas superiores entre outras finalidades. A ingestão gerava, segundo relatos dos homens que ingeriram, contato com os deuses e as visões mágicas proporcionadas pela planta sagrada, produzindo a cura de doenças físicas e psíquicas. O uso do cacto Trichocereus Pachanoi, popularmente conhecido com San Pedro, no panorama americano do uso de plantas enteógenas está ligada à área do mescalinismo. Acreditava-se em fins terapêuticos e adivinhatórios, que eram estudados no contexto geral dentro dos rituais xamânicos. O poder terapêutico de uma planta, nas tradições xamânicas andinas, manifesta a qualidade peculiar da planta, seu "poder" ou "virtude", e este poder, que é o caso das plantas sagradas e de certas plantas que gozam de especial prestígio mágico e terapêutico, manifesta a presença de um espírito. Por isso, dentro dessa tradição, "poder", "virtude" e "espírito", são sinônimos.  

Cacto San Pedro em pó -(Matucana) Peru

R$ 130,00
R$130,00 - 100 gramas em pó. Nosso comercio tem por finalidade a pesquisa, coleção e amostra etnobotânica. Mesmo sendo usada há milênios para fins ritualísticos e medicinais, esse produto não é um medicamento e não nos responsabilizamos pela ingestão do mesmo. Sobre o cacto San Pedro: Estima-se que os cactos de San Pedro (Trichocereus pachanoi) venha sendo usado pelos nativos americanos há muitos séculos em especial pelos índios do Peru, da Venezuela e também pelos Yanomami do Brasil (cujas terras fazem fronteira com a Venezuela). Também conhecido como "O cactos dos quatro Ventos", o San Pedro tem um formato de coluna com quatro ou mais gomos e era utilizado em práticas rituais similares à tradição dos índios mexicanos que consumiam o peyote. Popularmente conhecido como San Pedro pelos europeus, o Wachuma, ´´ébrio e sóbrio´´, ou Trichocereus Pachanoi é um Cacto rico no alcalóide mescalina, o TMPE (trimetoxipheniletilamina), além de também possuir tiramina, metiltiramina, metoxitiramina, ordenina, analonidina e tricocerene. Usada pelos xamãs andinos para mergulhos visionários, assim como o Cacto Peyote entre os mexicanos, é um receptáculo para todo corpo que está em busca de saberes do espírito, sendo uma porta de entrada para entidades míticas que transitam dos limites sensoriais de espaço-tempo no corpo físico até outros estados de consciência adivinhatórios e contemplativos. Para um uso respeitoso, em jejum sexual e alimentar por parte do guardião e seus viajantes É uma planta poderosa usada no contexto xamânico para cura, limpeza, transmutação de energia interna, contato com esferas superiores entre outras finalidades. A ingestão gerava, segundo relatos dos homens que ingeriram, contato com os deuses e as visões mágicas proporcionadas pela planta sagrada, produzindo a cura de doenças físicas e psíquicas. O uso do cacto Trichocereus Pachanoi, popularmente conhecido com San Pedro, no panorama americano do uso de plantas enteógenas está ligada à área do mescalinismo. Acreditava-se em fins terapêuticos e adivinhatórios, que eram estudados no contexto geral dentro dos rituais xamânicos. O poder terapêutico de uma planta, nas tradições xamânicas andinas, manifesta a qualidade peculiar da planta, seu "poder" ou "virtude", e este poder, que é o caso das plantas sagradas e de certas plantas que gozam de especial prestígio mágico e terapêutico, manifesta a presença de um espírito. Por isso, dentro dessa tradição, "poder", "virtude" e "espírito", são sinônimos.  

Chaliponga

R$ 100,00

Chaliponga

100g 100 reais
A Chaliponga ou chagropanga é uma espécie que possui em suas folhas e caules triptaminas que também são endógenas e psicoativas, ou seja, produzidas no próprio corpo do ser humano e neuromoduladoras: N, N-DMT e 5-MeO-DMT. Além de possuir N-metiltreta-beta-carbolina, um análogo estrutural também psicoativo, a Diplopterys Cabtrerana pode armazenar em suas folhas metiltriptamina e bufotenina, também alcalóides com potencial psicodélico, gerando efeitos psicotrópicos de limpeza mental por uma média de 4h. Usada para defumação e especialmente como aditivo nos feitios de Ayahuasca, junto da sinergia entre o Jagube e a Chacrona, é um extrato a ser infusionado por uma média de 4h-12 horas em água quente, sendo indicado para ingestão 5gr como dose leve; 10gr como dose normal; e 15gr como dose forte.

Chaliponga: A Folha do Voo na Medicina Ancestral Amazônica

No coração da floresta amazônica, entre rios, lianas e cânticos de cura, existe uma planta sagrada que carrega o poder de abrir portais para outras realidades: a Chaliponga (Diplopterys cabrerana). Também conhecida como Chagropanga, Oco yagé ou simplesmente chali, essa trepadeira de folhas largas é considerada uma das mais potentes plantas visionárias da Amazônia — e uma das principais fontes de DMT usadas em brebagens enteógenas como a ayahuasca.

Embora seja menos conhecida fora dos círculos xamânicos do que a famosa Banisteriopsis caapi, a Chaliponga desempenha um papel central em muitas tradições indígenas e é considerada uma planta de voo espiritual e sabedoria profunda.


História e Tradição

A Chaliponga é usada há séculos por diversos povos indígenas da Amazônia, como os Shuar, Cofan, Siona, Secoya e Kichwa, principalmente na região do alto rio Napo e Putumayo (Peru, Colômbia e Equador). Ela é frequentemente associada à ayahuasca, pois é um dos ingredientes que, combinados com a videira caapi, permite ao bebedor acessar estados alterados de consciência com clareza, visão e profundidade.

Diferente da Psychotria viridis (chacrona), mais comum no uso ayahuasqueiro do Brasil, a Chaliponga é usada principalmente por curandeiros do norte da Amazônia por seu conteúdo mais elevado de alcaloides, como N,N-DMT e 5-MeO-DMT — substâncias naturalmente presentes em muitas plantas visionárias.


Efeitos Espirituais e Visionários

A Chaliponga é reverenciada por seus efeitos visuais intensos, sua capacidade de induzir experiências místicas profundas, e por trazer visões de caráter espiritual, simbólico ou ancestral. Quando combinada com a caapi (que inibe a MAO e permite a ação oral do DMT), ela se torna parte de uma poção que os xamãs chamam de “yagé” ou “daime”, dependendo da linhagem cultural.

Efeitos comuns relatados:

  • Visões coloridas, arquetípicas ou mitológicas

  • Percepções de seres espirituais, animais de poder ou ancestrais

  • Sensação de "voar" ou sair do corpo

  • Acesso a lembranças reprimidas ou inconscientes

  • Sentimento de unidade com a natureza e o cosmos

  • Estados de cura emocional ou catarses profundas

Em tradições indígenas, essas visões não são encaradas como alucinações, mas como experiências reais de contato com o mundo espiritual, que ajudam o curandeiro ou o praticante a diagnosticar doenças, compreender o destino e alinhar-se com o “caminho certo”.


Uso Cultural e Cerimonial

A Chaliponga raramente é usada sozinha. Seu poder é considerado tão intenso que é quase sempre combinado com a Banisteriopsis caapi, a videira que os indígenas chamam de “a mãe” da bebida. Enquanto a caapi conduz, purga e ensina, a Chaliponga “mostra” — é ela quem traz as visões, os arquétipos, os ensinamentos simbólicos.

Algumas linhagens de xamanismo vegetal preferem a Chaliponga à chacrona por suas visões mais nítidas, duradouras e por vezes mais cósmicas. Mas também é conhecida por provocar experiências mais desafiadoras, exigindo respeito, preparação espiritual e orientação adequada.

Em rituais, ela é tratada com reverência. Canta-se para ela, pede-se permissão ao seu espírito, e sua colheita é feita com cuidado e intenção.


A Chaliponga na Etnobotânica Moderna

Com o crescente interesse global na medicina ancestral amazônica, a Chaliponga passou a chamar a atenção de pesquisadores e buscadores espirituais fora da floresta. Seus componentes ativos — especialmente o 5-MeO-DMT, uma substância que também ocorre em sapos e outras plantas — despertam curiosidade tanto científica quanto mística.

Contudo, é fundamental lembrar que, fora do contexto tradicional, seu uso pode ser intenso e até perigoso. O ideal é que seu consumo ocorra dentro de rituais guiados por especialistas, com respeito às tradições que mantêm esse conhecimento vivo.


Conclusão: A Folha do Céu

A Chaliponga não é uma planta qualquer. Ela é considerada uma ponte entre mundos, uma guia para quem deseja se aprofundar nos mistérios do espírito, na cura da alma e na sabedoria ancestral da floresta.

Se a caapi é a videira que conecta, a Chaliponga é a folha que mostra. Ela revela, ensina e transforma — mas apenas aos que se aproximam com humildade, coragem e reverência.


Aviso: O uso de plantas visionárias deve ser feito com conhecimento, respeito e acompanhamento adequado. Chaliponga contém substâncias psicoativas potentes e deve ser usada somente em contextos ritualísticos e terapêuticos apropriados.

Extrato de cogumelo Reishi (Ganoderma lucidum)

R$ 65,00
30ml 65 reais Extrato Hidro-alcoólico de corpos frutíferos de cogumelos da espécie Ganoderma Lucidum. - Língzhi.. (靈 芝)
O cogumelo Reishi (Ganoderma lucidum), conhecido como "cogumelo da imortalidade" ou L í n g z h ī (靈 芝), é valorizado na Medicina Tradicional Chinesa por fortalecer o sistema imunológico, reduzir o estresse e promover equilíbrio emocional. Associado ao fortalecimento do Shen energia mental, e à harmonização do Qi, Energia vital, auxilia na qualidade do sono, na saúde do coração e na longevidade. Estudos modernos destacam suas propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, tornando-o um símbolo de bem-estar integral.
Sugestão de consumo:
0.5 ml ou 20 gotas de 1 a 3 vezes ao dia, ou
0.75 ml ou 25 gotas 30min antes do sono.
Pode ser adicionado a água, sucos e bebidas.
AGITE ANTES DE USAR
Os extratos são feitos 100% de corpos frutíferos (Cogumelos) em dupla extração com álcool de cereais, e água destilada. Com aproximadamente 30% de extrato alcoólico.
Seguem rigorosos padrões de controle de qualidade e são feitos à partir de técnicas de extração à baixo calor , favorecendo assim a preservação de moléculas bioativas.
 Volume do frasco 30ml
Concentração dos extratos: 1,1 g de cogumelo por ml de extrato
Validade de 1 ano após a data de fabricação
Para conservação manter o produto bem fechado e guardar em temperatura ambiente, ao abrigo de luz direta e longe de fontes de calor e umidade. Manter sempre a tampa bem fechada.
Em casos de doenças ou patologias pré-existentes consultar seu medico ou nutricionista.
OS EXTRATOS NÂO SÂO MEDICAMENTOS, Portanto não substituem tratamentos convencionais.
Não indicado para gestantes ou lactantes.
Nossos produtos são regulados pela RDC 901/2024.
Esse produto é dispensado de registro sanitário na ANVISA.

Kit rapé – 3 tipos de rapé -20 gramas cada.

R$ 100,00
20 gramas - 3 tipos de rapé. R$100,00 caso opte pela promoção enviar no e-mail quais os 3 escolhidos Opções Cipó Jibóia ou veia de pajé Rapé ayahuasca - Jagube e chacrona Caneleiro Youshibu Marixibé Sansara Cumaru Pariká

Muda de wachuma Chavin de Huantar Echinopsis Pachanoi

R$ 200,00
Cortes pequenos de Muda de wachuma Chavin de Huantar Echinopsis pachanoi 10 a 20 cm corte R$200,00

Muda de Wachuma (San Pedro) – Variedade Chavín de Huántar
(Echinopsis pachanoi)

Diretamente das montanhas sagradas dos Andes para o seu jardim: apresentamos nossas mudas selecionadas de Wachuma – linhagem Chavín de Huántar, uma das mais antigas e respeitadas na tradição andina.

🌱 O que é a Wachuma?
Também conhecida como San Pedro, a Wachuma é um cacto mestre reverenciado há milênios pelos povos originários do Peru e do Equador. Usada em rituais de cura, expansão da consciência e conexão espiritual, essa planta guarda uma inteligência vegetal ancestral.

Por que a linhagem Chavín de Huántar?
Esta variedade é considerada uma das mais potentes e puras espiritualmente. Associada à cultura Chavín, um dos berços do xamanismo andino, ela carrega em seu DNA a força de um tempo em que homem, planta e espírito caminhavam juntos.

🔍 Características da muda:
– Cultivo orgânico e respeitoso
– Aproximadamente [inserir altura ou idade da muda]
– Pronta para solo ou vaso
– Ideal para colecionadores, guardiões de saberes e amantes da etnobotânica

📦 Enviamos com embalagem segura e instruções básicas de plantio.

⚠️ Produto destinado exclusivamente para fins ornamentais, de estudo e preservação botânica. Respeite a legislação local sobre o uso de plantas etnobotânicas.

🌄 Conecte-se com os Andes. Cultive o espírito da Wachuma.
🌱 Peça a sua muda agora e faça parte dessa linhagem viva.

Rapé Jagube (Ayahuasca)

R$ 40,00
Pote grande 20 gramas R$40 O jagube oferece uma ampla gama de benefícios que transcende o físico, alcançando o mental e o espiritual.   Suas propriedades curativas promovem a purificação do corpo e da mente, facilitando experiências de cura e fortalecimento espiritual.   No ambito mental, seu consumo está associado ao aumento da resistência mental  e da percepção, ajudando superação de bloqueios emocionais e traumas. O Jagube estimula a clareza mental, promovendo insights profundos e compreensão de si mesmo.

Rapé Marixibé

Price range: R$ 25,00 through R$ 45,00
Rapé Marixibé Pote grande 20 gramas - pequeno 10 gramas. Produto feito de plantas tradicionalmente usadas por indígenas para praticas de rituais e medicinais, com muito respeito e rezo. Cinzas de tsunu e folhas de marachibé (caatinga de mulata) Possui propriedades para buscar força, concentração, bem estar, oferecendo um intenso relaxamento, abrindo os caminhos para conexão espiritual.   Essa medicina contém propriedades estimulantes, anti-helmíntica, emenagoga e abortiva, alivia dores de dentes, alivia náuseas e abre o apetite. É utilizado tradicionalmente para banhos revigorantes.
Ver opções Este produto tem várias variantes. As opções podem ser escolhidas na página do produto

Rapé Youshibu

R$ 40,00
Pote grande 20 gramas R$40 É utilizado para fins de purificação, conexão espiritual e cura, auxiliando no fortalecimento do espírito, na limpeza mental, na concentração e no relaxamento. Ele promove clareza mental, foco, alivio do estresse, ansiedade e até sintomas da depressão. A sua aplicação é considerada um ritual sagrado, realizado com respeito e boa intenção.

Sananga – Colírio indigena.

Price range: R$ 25,00 through R$ 45,00
Pequeno - 10 ml - R$25,00 Grande - 20 ml 0 R$45,00

🌿 Sananga – O Colírio Sagrado da Floresta 👁️🌿
Uma gota que limpa não só os olhos, mas também a alma.

A Sananga é um colírio indígena tradicional feito a partir da raiz ou casca da planta Tabernaemontana undulata, utilizada por diversas etnias da Amazônia, como os Yawanawá, Kaxinawá (Huni Kuin), Matsés e Katukina. Considerada uma medicina espiritual, a Sananga é usada para limpar a visão física e espiritual, trazendo foco, clareza e força interior.


📜 História e Uso Tradicional

Por séculos, os povos indígenas vêm utilizando a Sananga em contextos de caça, cura e cerimônia.
Antes de caçar, os guerreiros aplicam o colírio para aumentar a acuidade visual, percepção e concentração, acreditando que a planta os ajuda a enxergar além da aparência — inclusive no mundo espiritual.

Durante cerimônias, a Sananga é usada para:

  • Remover energias negativas e bloqueios emocionais

  • Curar doenças espirituais ou até desequilíbrios físicos ligados à visão

  • Ajudar na conexão com outras medicinas (como ayahuasca ou rapé)

  • Fortalecer o “olho do espírito”, a intuição e a visão interior


🔥 Efeitos da Sananga

A aplicação da Sananga é intensa, mas breve. O colírio arde fortemente nos olhos por alguns minutos, o que faz parte de seu processo de ação.

Possíveis efeitos imediatos:

  • Ardência nos olhos (muito intensa nos primeiros segundos)

  • Lacrimejamento e respiração profunda

  • Sensação de calor ou energia circulando no corpo

  • Alívio emocional, choro, relaxamento

  • Clareza visual (literal e simbólica)

  • Visão mais nítida ou "limpa"

Efeitos espirituais e terapêuticos:

  • Abertura da percepção sutil

  • Liberação de emoções reprimidas

  • Foco mental e introspecção

  • Equilíbrio dos campos energéticos


🛑 Orientações para o Uso

  • Sempre use Sananga de origem confiável, preparada por quem conhece a medicina

  • Aplique com intenção e respeito, de preferência com acompanhamento

  • Evite usar com lentes de contato ou logo antes de dormir

  • Não é indicada para grávidas, lactantes ou pessoas com doenças oculares graves, sem orientação específica

  • Após a aplicação, descanse os olhos e permaneça em silêncio, respirando conscientemente


🌱 Cultura, Espiritualidade e Respeito

A Sananga não é apenas um colírio — é uma entidade medicinal da floresta, usada com cantos, rezas e conexão com os espíritos da natureza. Ao utilizar essa medicina, você está acessando saberes ancestrais milenares, passados por gerações com reverência.

"Quando a Sananga entra, ela limpa aquilo que os olhos não veem."
– Ditado tradicional Yawanawá


✨ Para quem sente o chamado:

Seja para alinhar a mente, abrir a intuição ou apenas se reconectar com a força da natureza, a Sananga oferece um caminho de luz, verdade e cura.
Mas lembre-se: com medicina da floresta, menos é mais — e respeito é tudo.

🌀 Sananga é uma gota da floresta que revela o invisível.

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Tabaco Fulni-ô picado 100g 75 reais

R$ 75,00
100 gramas - R$75 TABACO picado do povo fulni-ô   Semah, ou tabaco, é uma Planta Sagrada da DIREÇÃO LESTE . Os nativos americanos utilizam uma mistura de tabaco conhecida como kinikinik, ou uma mistura de salgueiro vermelho. É considerada uma das plantas mais sagradas, porque quando é utilizada abre as portas para o contato com Wakan Tanka- o Grande Espírito (Deus – o Criador). Os anciãos da tribo costumam dizer que o tabaco é usado para conectar a humanidade – através da sua fumaça – de suas raízes na Terra à imensidão do céu. Esta planta é muito respeitada e muito honrada. Oferecer o tabaco é uma bela maneira dos nativos prestarem reverência. Cerimônias usando tabaco invocam uma relação com as energias do universo e, com o Criador, e faz com que a ligação entre o reino terrestre e o espiritual não seja quebrada. Existem quatro usos tradicionais do Tabaco: PRECE - Quando colocamos o tabaco no cachimbo sagrado, estamos utilizando-o como um elo de comunicação para o céu, para o mundo onde todos os nossos ancestrais passaram antes de nós. A fumaça não é para ser tragada. Quando a fumaça sobe, ela leva nossas orações com ela até Wakan Tanka (o Grande Espírito) e até todos os nossos ancestrais que passaram para o “outro lado” antes de nós. Os anciãos ensinam que, quando acabarmos a oração, é para espargirmos uma pequena quantidade de tabaco sobre o tambor. Esta é uma maneira de agradecer o Criador por tudo que ele nos deu. O Tabaco pode ser usado diariamente, uma vez que cada novo dia é saudado com orações de agradecimento. Muitos anciãos dizer para segurá-lo nas mãos em orações de agradecimento. Acrescentam igualmente que é melhor segurá-lo em sua mão esquerda, pois este é o lado mais perto do seu coração. (chacra cardíaco) ORAÇÃO - É uma tradição entre os nativos queimar tabaco antes das tempestades. É utilizado para pedir em oração as poderosas tempestades para não machucar suas famílias. Orar com o tabaco na língua nativa tem muito poder e pode fazer diferença no mundo físico. O Tabaco deve ser utilizado com respeito e seriedade. O Tabaco Sagrado é usado para orações de gratidão ao Grande Espírito e como forma de agradecer a nossa Mãe Terra pelas muitas bênçãos recebidas, tais como boa saúde, grande pesca e de boas colheitas. Os nativos oferecem tabaco e preces nas colheitas e quando caçam para alimentar a tribo, em sinal de respeito. Deveríamos seguir seu exemplo, pois ao honrar todas as nossas relações demonstramos que não esquecemos o nosso lugar dentro da teia da vida. Quando você oferece tabaco à outra pessoa é um pedido para que você e a pessoa se tornem um só coração, uma só mente, um só espírito. O tabaco é oferecido quando você pedir a alguém para fazer uma cerimônia para você, seja um toque de tambor ou um cântico, uma defumação (smudging cerimony), uma sauna sagrada (sweatlodge cerimony) ou a cerimônia do cachimbo sagrado (sacred pipe cerimony) ou qualquer outra cerimônia. Isso significa que você e a pessoa que está fazendo a cerimônia são um só em coração mente e espírito. OFERENDA - tabaco O tabaco é usado como oferenda nas orações ao Grande Espírito (o Criador), agindo como um meio de comunicação. Ou é oferecido ao fogo, de modo que a fumaça possa levar as orações ele. Pode ainda ser colocado na terra, em um local limpo e agradável. Significa que nos aproximamos humildemente do nosso criador, manifestando a nossa inocência. Os nativos ensinam que quando quisermos falar com WakanTanka, devemos oferecer uma planta de tabaco. Os anciãos da tribo levam sempre tabaco consigo para oferecê-los ao fogo ou oferecê-lo de volta à Mãe Terra, em nome do Circulo Sagrado. Os nativos americanos vivem a vida de forma a respeitar o sagradoem tudo. Ao colherem alguma planta da terra, sempre explicam ao espírito da planta, por que isso está sendo feito e oferecem um pouco de tabaco em troca da generosidade e ajuda que a planta colhida partilha livremente. Purificar-se e trabalhar com a mente clara e o coração limpo. É preparar o terreno para conviver com o próximo. Os nativos sabem que se fizerem o bem (caminhando na beleza), as coisas boas chegarão. Às vezes, os anciãos usam água no lugar do tabaco para os rituais de purificação. É uma forma de manifestar agradecimento ao Criador e a Mãe Terra que se doa para nós. A água é filtrada através da areia. UNIÃO - Outra maneira de utilização do tabaco é para criar o sentimento de união e harmonia em uma reunião de pessoas. É que Le também serve para “curar” os relacionamentos. O tabaco ajuda a curar feridas emocionais e promover o perdão entre pessoas que estão em desacordo.Entre os nativos norte americanos, se uma pessoa não tem dinheiro para comprar algo (uma bolsa por exemplo) e ela oferecer um pouco de tabaco a troca é efetuada. E a sacralidade do ato que conta, não a quantidade. A pessoa que esta vendendo pode decidir aceitar ou rejeitar o tabaco. Alguns anciãos da tribo oferecem tabaco para todos aqueles que vão visitá-los. O tabaco é dado aos idosos, quando um está buscando aconselhamento. É sempre bom para oferecer tabaco quando procuram conhecimento ou aconselhamento de um idoso ou quando acontece uma canalização. Esta atitude mostra gratidão e respeito pelo ancião cujos conselhos você está procurando. O tabaco é oferecido como forma de apreciação ao ensinamento dado por um ou até mesmo de uma pessoa mais jovem se a pessoa que oferenda reconhece o valor no que foi dito. É uma forma de demonstrar respeito e gratidão. O Verdadeiro Tabaco - É importante lembrar que o Tabaco Nativo é uma espécie diferente: Não é o fumo de tabaco que você encontra em lojas e armazéns. O tabaco comum (como o utilizado em cigarros) não é uma planta sagrada. Existem mais de 60 espécies dessa planta. O utilizado no caminho sagrado é uma não contém nicotina ou outras propriedades tóxicas. Tem o seu nome verdadeiro pronunciado em língua nativa que deve ser pronunciado nos rituais para que seja evocado realmente o “espírito da planta”. Para que a cerimônia tenha é necessário saber como o tabaco foi plantado, colhido e preparado. USO APROPRIADO - As Plantas Sagradas são poderosas, mas quando usadas ou desrespeitadas, seu poder pode ser destruidor. O tabaco pode ser um curandeiro ou um destruidor. Depende de como e com que freqüência ele é utilizado. Quando usado de uma forma sagrada, ele pode promover a boa saúde e ajudar com orientação espiritual e de crescimento. Quando o tabaco é usado de forma ritualística ele se torna sagrado. Nos velhos tempos, o tabaco foi a mais santa das plantas e os mais sagrados objetos de cerimonial. O Criador é o espírito do tabaco. Quando utilizado com respeito e honra através do cachimbo, a fumaça envolve o espírito do homem e depois viaja para o céu, carregada com gratidão. Por centenas de anos, o povo nativo foi ensinado essa maneira santa e poderosa de se conectar com seu Criador. Se utilizado corretamente, o tabaco pode melhorar seu espírito, sua mente e trazer bem estar físico. USO ABUSIVO - Quando não for utilizado no caminho sagrado, o tabaco pode ser muito prejudicial. O tabaco comercializado é um veneno que contém mais de 4000 substâncias químicas. A cultura dominante explora o tabaco para comercializar e glamurizar o uso abusivo do cigarro. Quando o tabaco é usado como uma droga: fumar diariamente ou mastigar, não está sendo usado em uma maneira sagrada e ele perde o seu poder, pode ao contrário, ser muito destrutiva. Em todo o mundo, cerca de sete pessoas morrem a cada minuto, porque abusam do tabaco. Mesmo entre os nativos americanos existe este abuso, fruto de uma desvirtuação de costumes, pelo contato com a cultura dominante. Se abusarmos de uma planta sagrada, corremos o risco de desconexão espiritual. Muitos anciãos sentem que qualquer uso de tabaco que ocorre fora da cerimônia é uma afronta ao Criador. Pense nisso! Nada que é comercializado, quimicamente modificado e vendido de forma maciça pode ser sagrado. Para usar o tabaco adequadamente é necessário saber o seu verdadeiro nome nativo. Quando o tabaco é cultivado na terra, você sabe que está limpo. Deve ser plantado segundo a maneira ensinada pelos antigos anciãos das nações indígenas. Para que o tabaco possa crescer de uma maneira sagrada, temos de re-estabelecer os vínculos entre nós e a terra, céu, plantas e animais. Métodos tradicionais devem ser utilizados na preparação da terra e das sementes. Temos de estar conscientes das razões que estão por trás disso, e do porque as coisas devem ser feitas dessa forma. Uma preparação adequada para o plantio, o uso de pedras sagradas na plantação, reconhecer os nossos sentidos, para que permaneçam atentos, estar em conexão com o Grande Espírito. O tabaco é parte do patrimônio cultural de um povo, não devemos, pois utilizá-lo de forma leviana e sem o verdadeiro conhecimento de seu pode de cura, cicatrização, sua força cerimonial nas orações.

TIGER BALM RED Pomada 30g

R$ 110,00
TIGER BALM RED Pomada 30g R$110,00 Composição ativa mais de 12 princípios ativos poderosos. * Mentol -promove sensação de frescor imediato, age como analgésico suave ao estimular os receptores sensoriais da pele * Óleo de Copaiba - Altamente anti-inflamatório, com poder de regeneração e cicatrização. * Cânfora - efeito rubefaciente: ativa a circulação local, gera aquecimento e alivia a dor. * Óleo de Betula doce- potente ação anti-inflamatória e antimicrobiana, tradicionalmente usado em casos de dor muscular. * Óleo de Canela - vasodilatador natural, estimula a circulação periférica e aquece a musculatura. * Óleo de Cravo - possui eugenol, um anestésico natural que reduz a dor e o desconforto local. * Óleo de Hortelã- acentua o efeito refrescante e atua como relaxante muscular. Além da sua potente ação anti-inflamatória, o Red promove uma sensação térmica mista (frio/quente), que ativa a microcirculação e reduz dores musculares e articulares. Estimula a oxigenação da região, favorecendo a recuperação muscular. Indicações de uso: Contraturas musculares Dores musculares Dores lombares e cervicais sejam crônicas ou esporádicas Cicatrização de feridas abertas, micoses e frieiras. Tendinites e dores pós-treino Massagem em regiões tensas ou travadas Pré-aquecimento para atividade física

TIGER BALM WHITE Pomada 30g

R$ 110,00
30g R$110,00 TIGER BALM WHITE – Refrescância e Descongestionamento Composição ativa mais de 12 princípios ativos poderosos. - Óleo de Andiroba - anti-inflamatório poderoso, melhora a cicatrização, Auxilia na regeneração da pele e combate irritações. - Mentol – promove alívio rápido, sensação de frescor e anestesia leve. - Cânfora – ativa a circulação leve e relaxa a musculatura. - Óleo de Eucalipto – expectorante e descongestionante natural, alivia sintomas de gripe e resfriado. - Óleo de Hortelã-pimenta – efeito refrescante, calmante e revigorante. - Óleo de Copaíba - Altamente anti-inflamatório, com poder de regeneração e cicatrização. Mecanismo de ação: O White atua promovendo uma sensação de frescor intenso, sendo ideal para casos de tensão leve, congestão nasal e dores leves. É excelente para regiões como têmporas, peito, costas e ombros. Indicações de uso: Enxaqueca seja crônica ou esporadica (uso nas têmporas) Indicações de uso: Congestão nasal, sinusite, resfriado, rinite. Ajuda com a respiração pesada em casos de Asma e bronquite Alívio de tensão muscular leve Efeito calmante Protetor e regenerador labial Ajuda na abertura do trato respiratório Relaxamento pós expediente ou em ambiente climatizados

Ucho Sanango (tabernaemontana sananho)

R$ 75,00
100g 75 reais Ucho Sanango (tabernaemontana sananho) Comum a tribos amazônicas e por vezes parte da composição de feitos de Ahayuasca, tem como princípio ativo a Ibogaína e é utilizada tanto como afrodisíaco, por seu fator estimulante, quanto como um canal de meditação profunda. No intento de conectar enfermos com a origem de suas doenças, o Ucho Sanango acessa informações do corpo físico e do corpo espiritual de seus viajantes e auxilia no processo de cura e autoconhecimento. Há tribos que usam a uchu sanango nos feitios de ayahuasca. Um dos institutos amigos nosso afirmaram que ela traz um senso de justiça e uma força diferenciada para a ayahuasca  

Uchu Sanango: O Fogo da Selva para Força, Coragem e Cura Profunda

No coração da Amazônia, existe uma planta que não apenas aquece o corpo, mas também a alma. Seu nome é Uchu Sanango (Tabernaemontana sananho) — uma planta pouco conhecida fora dos círculos tradicionais, mas altamente reverenciada pelos povos indígenas como uma planta mestra de força, coragem e proteção espiritual.

Entre os Shipibo-Conibo, os Kichwa e outras culturas amazônicas, ela é considerada uma planta de poder, capaz de ativar o “fogo interno” necessário para superar medos, doenças crônicas e bloqueios emocionais profundos.

História e Tradição

O nome “Uchu” significa “pimenta” ou “picante” em quíchua, e “Sanango” é um termo usado para plantas mestres de grande poder espiritual. Uchu Sanango, portanto, pode ser traduzida como “pimenta de poder espiritual” — e o nome não é por acaso.

Há séculos, curandeiros e xamãs amazônicos utilizam essa planta em dietas xamânicas — rituais de isolamento em que o praticante consome a planta por vários dias ou semanas, seguindo uma dieta alimentar e comportamental estrita. O objetivo é acessar os ensinamentos espirituais da planta, desenvolver resistência física, despertar dons intuitivos e curar traumas profundos do corpo e da psique.

Efeitos Físicos e Espirituais

Uchu Sanango é conhecida por produzir efeitos intensos no corpo físico. A ingestão da raiz fresca ou em decocção causa uma sensação de calor interno muito forte, acompanhada de tremores, febre passageira e, às vezes, náusea. Isso não é visto como um efeito colateral, mas como parte da limpeza e ativação energética que a planta promove.

Principais efeitos relatados:

  • Aumento da resistência física e mental

  • Sensação de poder interior e confiança

  • Liberação emocional e cura de traumas

  • Purificação energética

  • Desbloqueio da força vital

  • Proteção espiritual intensa

Do ponto de vista medicinal, os povos tradicionais também a utilizam para tratar dores musculares, reumatismo, fadiga crônica, infertilidade e até como tônico afrodisíaco.

Uchu Sanango como Planta de Força e Coragem

Ao contrário de plantas como a bobinsana, associada à abertura do coração e à ternura, o Uchu Sanango é uma planta “quente”, de caráter masculino e guerreiro. É uma aliada ideal para momentos em que é necessário recuperar a energia vital, reerguer-se após períodos de doença ou depressão, ou atravessar fases de transformação profunda com firmeza e clareza.

Alguns xamãs o descrevem como uma “injeção espiritual” — uma planta que te levanta, te sacode, te lembra da tua força e te prepara para lidar com os desafios do mundo físico e espiritual.

Cultura e Respeito Tradicional

Por ser uma planta extremamente potente, o uso do Uchu Sanango exige preparo e respeito. Seu consumo raramente é feito de forma casual. Nas dietas, é comum que o praticante durma sozinho em uma cabana simples, em silêncio, evitando contato com outras pessoas, sal, açúcar, álcool e relações sexuais — criando um espaço para que a planta “trabalhe” em profundidade.

Para os povos tradicionais, o espírito do Sanango é um mestre severo, mas justo. Ele ensina através do desconforto, do calor, da força — revelando o que está escondido e ativando o que está adormecido.

Sustentabilidade e Uso Consciente

Como ocorre com todas as plantas mestres, é fundamental que o interesse crescente no Uchu Sanango não leve à sua exploração irresponsável. O cultivo e a colheita devem respeitar os ciclos da natureza e, sempre que possível, envolver as comunidades indígenas que detêm o conhecimento tradicional sobre seu uso.

Conclusão: O Chamado do Fogo Interno

Uchu Sanango é mais do que uma planta medicinal: é uma aliada espiritual para quem busca reconexão com a própria força, coragem para enfrentar transformações e cura profunda. Não é uma planta para todos, nem para qualquer momento da vida. Mas para aqueles que ouvem seu chamado, ela oferece uma travessia poderosa — ardente, intensa e reveladora.

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